Sequelas pós-AVC
Quando existem alterações de marcha, força, equilíbrio, fala, deglutição, cognição ou autonomia depois de um AVC.
Recuperar autonomia depois de uma lesão cerebral exige intensidade, equipa e um plano clínico individualizado.
Depois de um AVC, traumatismo crânio-encefálico ou outra lesão cerebral adquirida, podem surgir dificuldades no movimento, equilíbrio, marcha, fala, deglutição, memória, atenção, comportamento e autonomia nas atividades do dia a dia.
Descubra o programa NeuroTriadReabilitação integral
O NeuroTriad é um programa de reabilitação integral para pessoas com lesão cerebral adquirida, incluindo sequelas de AVC, traumatismo cranioencefálico e outras condições neurológicas que afetem a função motora, cognitiva, comunicativa ou funcional.
Também pode ser avaliado em situações como doença de Parkinson, parkinsonismo ou outras alterações neurológicas quando existem objetivos funcionais concretos, como melhorar marcha, equilíbrio, autonomia, comunicação, cognição ou segurança nas atividades diárias.
A intervenção é desenhada a partir de uma avaliação individual e pode combinar diferentes terapias, sempre de acordo com a indicação clínica e os objetivos definidos com a pessoa e a família.
Quando clinicamente indicado, o programa pode beneficiar de técnicas inovadoras como a Estimulação Magnética Transcraniana, integradas no plano de reabilitação e avaliadas caso a caso pela equipa.
Quando pode fazer sentido
O NeuroTriad pode ser considerado quando existe uma alteração neurológica com impacto na autonomia, movimento, comunicação, cognição ou atividades diárias.
Quando existem alterações de marcha, força, equilíbrio, fala, deglutição, cognição ou autonomia depois de um AVC.
Quando uma lesão traumática afeta movimento, atenção, memória, comportamento ou independência funcional.
Para outras condições cerebrais adquiridas ou doenças neurológicas, como Parkinson ou parkinsonismo, quando existe impacto motor, cognitivo, comunicativo ou funcional.
Quando andar, levantar, coordenar movimentos ou manter equilíbrio se torna mais difícil.
Quando existem dificuldades em comunicar, articular palavras, compreender ou engolir com segurança.
Quando a lesão afeta concentração, planeamento, memória, iniciativa ou funções executivas.
Da triagem à continuidade
O percurso começa com uma avaliação integrada, passa para a definição médica de um plano personalizado, segue para intervenção intensiva multidisciplinar e mantém reavaliação contínua da evolução.
Antes de definir qualquer plano, é essencial compreender como a lesão cerebral afeta a pessoa no dia a dia: movimento, equilíbrio, fala, deglutição, cognição, comportamento, autonomia e participação familiar.
Na NeuroVida, esta avaliação pode combinar avaliação cognitiva e neuropsicológica, análise qEEG da atividade cerebral, fisioterapia neurológica, terapia da fala e terapia ocupacional. O objetivo é criar uma visão completa do estado atual do paciente, identificando pontos fortes, fragilidades e prioridades clínicas.
Intervenção por objetivos
A reabilitação neurológica pode envolver várias dimensões da vida diária. O NeuroTriad organiza a intervenção de acordo com as áreas afetadas e os objetivos clínicos definidos.
Treino orientado para controlo motor, mobilidade, força e coordenação.
Trabalho sobre segurança, estabilidade, transferências e confiança ao andar.
Intervenção focada no uso funcional do membro superior nas atividades diárias.
Apoio em fala, linguagem, comunicação e segurança alimentar quando indicado.
Treino de atenção, memória, organização, funções executivas e adaptação emocional.
Objetivos ligados a autocuidado, participação familiar, rotina e independência funcional.
A NeuroVida é pioneira na estimulação transcraniana em Portugal. Desde 2017, acompanhou mais de 1000 casos de lesão cerebral com protocolos personalizados, orientados pela avaliação clínica e pela evolução de cada pessoa, com melhorias observadas em diferentes perfis de recuperação.
O que distingue o programa
O NeuroTriad combina avaliação individual, intervenção multidisciplinar, intensidade terapêutica e acompanhamento da família para apoiar a recuperação funcional depois de uma lesão cerebral adquirida.
A recuperação neurológica raramente depende de uma única terapia. O programa integra movimento, função, comunicação, cognição e autonomia.
Uma rotina de reabilitação mais estruturada do que sessões isoladas, sempre ajustada à condição clínica da pessoa.
Recursos complementares, como avaliação neurofisiológica ou neuromodulação não invasiva, podem ser integrados quando indicados.
A comunicação com familiares e cuidadores é parte essencial do plano quando a pessoa precisa de apoio no dia a dia.
Se procura reabilitação neurológica intensiva em Lisboa para uma situação de AVC, traumatismo cranioencefálico ou lesão cerebral adquirida, o NeuroTriad pode ajudar a organizar o caminho terapêutico com avaliação individual e equipa multidisciplinar.
Pedir avaliação NeuroTriadRespostas rápidas para familiares, cuidadores e pessoas que procuram reabilitação neurológica intensiva em Lisboa.
Não. O NeuroTriad pode ser considerado em pessoas com sequelas de AVC, traumatismo cranioencefálico, lesão cerebral adquirida e outras situações neurológicas com impacto funcional, incluindo doença de Parkinson ou parkinsonismo quando existe indicação clínica para um plano de reabilitação estruturado. A indicação depende sempre da avaliação clínica, do estado atual da pessoa e dos objetivos definidos com a família.
O programa é especialmente relevante quando existem alterações de marcha, equilíbrio, força, coordenação, comunicação, deglutição, memória, atenção, comportamento, autonomia ou participação nas atividades do dia a dia.
Pode fazer sentido quando uma lesão cerebral, AVC, TCE, doença de Parkinson, parkinsonismo ou outra condição neurológica interfere com autonomia, movimento, equilíbrio, marcha, força, coordenação, fala, linguagem, deglutição, memória, atenção, comportamento ou atividades diárias.
Também pode ser útil quando a pessoa já realizou reabilitação mas precisa de uma abordagem mais estruturada, com avaliação integrada, objetivos funcionais claros e equipa multidisciplinar a trabalhar de forma coordenada.
A avaliação inicial procura compreender como a lesão cerebral afeta a pessoa no dia a dia. Pode incluir história clínica, objetivos da pessoa e da família, avaliação cognitiva e neuropsicológica, fisioterapia neurológica, terapia da fala, terapia ocupacional e outros exames ou análises quando indicados.
Quando faz sentido, a equipa pode integrar análise qEEG da atividade cerebral ou avaliação neurofisiológica para complementar a leitura clínica. O objetivo é identificar prioridades, pontos fortes, fragilidades e critérios para construir um plano personalizado.
Depois da avaliação, a equipa integra os resultados numa reunião clínica com o médico para definir prioridades, intensidade, frequência terapêutica, objetivos funcionais e critérios de acompanhamento.
O plano não é igual para todos. É desenhado de acordo com a condição clínica, fase de recuperação, tolerância ao esforço, necessidades da família e metas concretas, como melhorar a marcha, recuperar comunicação, aumentar autonomia ou tornar as rotinas diárias mais seguras.
Sim. O NeuroTriad foi desenhado como um programa de reabilitação neurológica intensiva, com avaliação inicial, plano personalizado, equipa multidisciplinar e reavaliação da evolução. A intensidade é definida de acordo com a condição clínica, a tolerância ao esforço, os objetivos funcionais e a fase de recuperação.
Intensivo não significa fazer sempre mais sessões sem critério. Significa organizar a intervenção de forma estruturada, com continuidade terapêutica, coordenação entre áreas e medição da evolução.
Nas sessões isoladas, cada intervenção pode trabalhar um objetivo específico. No NeuroTriad, o percurso é organizado como um plano clínico integrado, com avaliação inicial, definição médica, equipa multidisciplinar, objetivos comuns e reavaliação contínua.
Esta estrutura permite combinar diferentes áreas terapêuticas de forma coordenada e ajustar o programa conforme a resposta da pessoa, em vez de trabalhar cada dificuldade separadamente.
O programa pode integrar fisioterapia neurológica, terapia ocupacional, terapia da fala, neuropsicologia, estimulação cognitiva, apoio psicológico, neuromodulação e acompanhamento clínico, sempre de acordo com a avaliação e a indicação da equipa.
Estas áreas podem trabalhar marcha, equilíbrio, força, controlo motor, membro superior, autocuidado, comunicação, linguagem, deglutição, memória, atenção, organização, comportamento, autonomia e participação nas atividades diárias.
Não. A Estimulação Magnética Transcraniana e outros protocolos de neuromodulação não são usados automaticamente em todos os casos. Podem ser considerados quando existe indicação clínica, objetivos claros, critérios de segurança e avaliação adequada pela equipa.
Quando integrada no plano, a estimulação funciona como complemento ao trabalho terapêutico. O objetivo é criar melhores condições para o treino motor, cognitivo, emocional ou funcional, sempre com acompanhamento clínico.
Pode fazer sentido mesmo meses ou anos depois de uma lesão cerebral, desde que existam objetivos funcionais realistas e áreas com potencial de treino, adaptação ou melhoria. A decisão depende sempre da avaliação clínica.
Em fases crónicas, o trabalho pode focar-se em segurança, autonomia, compensações, fortalecimento, comunicação, cognição, participação familiar e estratégias para tornar o dia a dia mais funcional.
Sim, sempre que adequado. A família e os cuidadores podem ajudar a clarificar objetivos, dificuldades reais do dia a dia, prioridades em casa e necessidades de apoio.
A equipa pode orientar familiares e cuidadores sobre estratégias de comunicação, segurança, rotinas, autonomia e continuidade do trabalho fora da clínica, respeitando a privacidade, dignidade e independência da pessoa.
A evolução é acompanhada através de reavaliações clínicas, comparação com o estado inicial, análise dos objetivos definidos e observação da resposta da pessoa ao plano. A equipa procura perceber o que melhorou, o que precisa de continuidade e que novas estratégias fazem sentido.
Os indicadores podem incluir marcha, equilíbrio, força, autonomia, segurança, comunicação, cognição, participação nas atividades diárias e feedback da pessoa e da família.
O NeuroTriad é realizado na NeuroVida, na Av. José Gomes Ferreira 13, Piso 0, 1495-139 Lisboa, de acordo com a disponibilidade da equipa e a avaliação inicial. A componente presencial permite integrar diferentes áreas terapêuticas no mesmo espaço clínico e acompanhar de perto a resposta da pessoa ao plano.
Responda a algumas perguntas rápidas para que a equipa da NeuroVida compreenda melhor a situação antes de o contactar.